#N°95 – Elevado ou não!

  🌾 Vento da Liberdade


#N°95 – Elevado ou não!

Reflexões diárias – 25/08/2020 

🌟 Eu escrevo este texto com Perfeição, por que Eu Sou a Perfeição. Em tudo aquilo que fizermos, é nosso direito usarmos o “atributo de criação da Divindade”. O “atributo de criação da Divindade” é o uso da Poderosa Presença Eu Sou. Por não fazermos uso deste direito, criamos uma realidade imperfeita. Uma realidade imperfeita é criada ao qualificarmos a Presença Eu Sou com a imperfeição. Por exemplo, dizendo assim: “Eu Sou um desastre, desatento ou descuidado”. Nosso desafio, então, passa a ser o de aprendermos a amar a imperfeição também. É como se víssemos a imperfeição como algo útil ao nosso aprendizado até aquele momento. Ao não lutarmos contra ela, podemos seguir adiante leves e aliviados. “Isso nos serviu até aqui. Daqui em diante, posso deixar você ir em paz”.

- Mas “não lutar” não quer dizer que devemos amar a imperfeição, não é mesmo?

- É verdade! Então, podemos deixar “aceitar” a imperfeição, ao invés de amá-la.

Aceitação, de certa forma, é também uma maneira de amor. Quando vamos a um lugar novo, onde somos estranhos e não conhecemos ninguém, e nos sentimos aceitos e bem recebidos, pode-se dizer que uma forma de amor surgiu dentro de nós. Uma espécie de “luz” se acendeu, a ponto de podermos dizer: “Eu Sou bem-vindo aqui. Eu posso ser quem Eu Sou. Não preciso fingir”. Ao recebermos aceitação do mundo de fora, aproveitamos essa mesma energia e voltamos ela para o nosso mundo interior, de modo a lidar com aspectos de nós mesmos que, por vezes, nos causam vergonha e rejeição. Desse modo é possível dizer que a aceitação é sinônimo de amor. Ao aceitar-me como sou, estou me amando. Ao me amar, eu me modifico, mudo, me transformo. O amor permite que todas as partes do nosso ser possam vir à consciência. Ele, o Amor, envolve as partes escuras e sombrias do nosso ser com aceitação. Ele entra com a luz nos aspectos mais endurecidos da nossa personalidade. Sua ação é tão suave e delicada que mesmo os traumas que se encontram congelados não impedem a sua passagem. O amor nunca irá usar de coerção, nunca irá lhe dizer: “Olha esse medo dentro de você. Ele está lhe impedindo de ser feliz, de viver. Precisamos derrubá-lo”. Não, o amor é luz. E a luz não luta com a escuridão. Sua simples presença a dissolve.

- Mas como que eu sei quando estou usando o amor comigo mesmo?

- Por exemplo, quando você consegue observar as sensações do seu corpo, sem julgá-las. Ou quando consegue observar os sentimentos dentro de você e apenas descrevê-los, sem avaliá-los. A simples observação das coisas requer muita força. É a força de estar totalmente presente e apenas observar. Quando estamos presentes, não jogamos a realidade para um lado ou para o outro. Simplesmente a observamos.

- Mas eu não sou tão elevado assim.

- Se você acredita que isso é uma questão de ser elevado ou não, está tudo bem também.


Até breve!


🌟Autor: Tiago Bueno🌾


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