#N°111 – Do poeta inferior ao poeta superior!

 🌾 Vento da Liberdade


#N°111 –  Do poeta inferior ao poeta superior!


Reflexões diárias – 16/09/2020 


🌟 Aquele que não falha e nunca erra trabalha constantemente para trazer nossa atenção àquilo que realmente saciará nossas necessidades. Sua determinação é inquebrantável. Sua paciência é infinita. E Sua inteligência, estratégia, proteção e amor para que cada um de nós encontre o caminho de volta para o Lar são imbatíveis. Você que está lendo este texto está sendo capacitado(a) a tornar-se um Professor ou uma Professora capaz de guiar os outros de volta ao Lar. Talvez você duvide ou ache estranho isso, porém eu lhe asseguro que, se você chegou até aqui é porque irá ir muito mais adiante. O Professor que te guia mora bem dentro de você e Ele é infalível em Sua pedagogia. Ele aproveita qualquer oportunidade para te lembrar da riqueza que habita o teu interior. Você é uma Filha, um Filho da Divindade. A paz, prosperidade, amor e felicidade são a tua herança. Tu és Luz e totalmente isento(a) de culpa. Não há culpa em ti. A culpa faz parte do passado e o passado não existe mais. Sei que isso é assustador, pois todo o sistema de pensamento do ego sobrevive graças ao passado. Sem o passado, o ego não existiria. Por isso o ego está sempre julgando, dividindo a realidade em certo ou errado; está sempre analisando a si e aos outros; é perito em interpretar e também em comparar. Todas essas habilidades que o ego desenvolveu permitem que o passado se perpetue para sempre. Desse modo, ele nunca lida com aquilo que é, mas sempre com como as coisas deveriam ser. Não faz parte das habilidades do ego lidar com aquilo que é, pois isso faria com que ele deixasse de existir. O ego é também a crença de que somos um corpo. No entanto, isso é uma crença infantil que pertence à nossa criança interior/ego. Chegou o momento, porém, em que somos convidados a ir além da consciência do corpo e nos tornarmos o pai e a mãe dessa criança interior ferida. O pai e a mãe são Luz divina, eterna e imortal. O pai e a mãe são Amor Divino, plenitude, poder e paz. Portanto, o convite especial que a nossa Professora Interior nos faz hoje é para irmos além da consciência do corpo, da criança interior ferida e nos tornarmos no Pai e Mãe dela, de modo a darmos a ela toda a compreensão e amor que ela sente falta e que busca no mundo de fora. Envolva sua criança interior, seus sentimentos e emoções, num abraço acolhedor e pergunte a ela como ela tem se sentido ultimamente. Valide suas emoções e a ajude a assumir responsabilidade por elas. Quando ajudamos nossa criança interior a expressar aquilo que sente e também a encontrar a causa dos seus sentimentos dentro de si e não nos outros, sem culpá-la nem julgá-la, ela aprende que é possível ser quem ela realmente é. E isso é muito libertador. Nossa criança interior aprendeu ao longo da vida inteira que deveria ser diferente do que é, alguém mais evoluído, mais madura, mais espiritualizada, e agora ela recebe a compreensão de que ela é bem-vinda e amada do jeito que é; e que pode deixar ir quem ela achava que deveria ser. Esse reconhecimento causa uma profunda autoaceitação. É como se ela descansasse e pensasse consigo: “Eu sou quem eu sou e sou amada do jeito que eu sou”. Todos os sentimentos dela são bem-vindos, aceitos e apreciados pelo que são. Ajudamos ela a se responsabilizar por eles, sem culpa nem autojulgamento. Agora finalmente ela pode dizer: “Ninguém tem poder sobre mim, porque a responsabilidade por aquilo que sinto é minha. Eu não dou poder a ninguém. Eu sou o poder em minha vida.” Sei o quão sedutor é responsabilizar os outros por aquilo que sentimos. Fazemos isso toda vez que dizemos: “Sinto-me desrespeitado, desvalorizado, desconsiderado, traído, manipulado, abusado, etc.” É muito sedutor usar este tipo de linguagem, pois tira a possibilidade de assumirmos  responsabilidade por aquilo que sentimos. Trata-se de uma forma ou maneira de protegermos nossa própria vulnerabilidade. E quanto mais a protegemos, mais forte ela se torna. Por conseguinte, mais poder e domínio ela tem sobre nós. O caminho para sairmos da dominação do ego é começar a expressar aquilo que realmente sentimos, ao invés daquilo que achamos que devemos sentir. O poeta inferior não diz aquilo que sente. O poeta médio responsabiliza outros por aquilo que sente. Dizer aquilo que realmente se sente é tarefa para o poeta superior.


Até breve!


🌟Autor: Tiago Bueno🌾


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