🌾 Vento da Liberdade
#N°64 – Povo Huni Kuin
🦅Reflexões diárias – 24/07/2020
🌟 Eu Sou a Presença que agora escreve este texto com maestria e perfeição. Lembre-se de qualificar tua vida e todas as tuas atividades com a perfeição. O ser humano precisa usar o seu poder interior. Precisa reconhecer-se e aceitar-se como pleno e merecedor. Tudo é uma questão de hábito e o hábito precisa ser repetido até se naturalizar. Uma criança que ouve sua mãe repetir várias vezes uma determinada afirmação a seu respeito, passa a acreditar que aquilo é verdadeiro. Certa vez uma pessoa contou-me que estava com o intuito de criar uma linha original de artesanato. Ela já trabalhava fazia anos com aquela arte, mas agora gostaria de produzir algo original. Nesse momento, vi ela baixar a cabeça e dizer: “Mas eu não consigo”. Me pareceu que quem falava ali não era mais ela, e sim a sua criança interior, que havia acreditado naquela crença a seu próprio respeito. Chamei-lhe atenção para aquela afirmação que havia feito sobre si e contei-lhe que os índios do Povo Huni Kuin costumam dizer que na sociedade moderna em que vivemos, os mais velhos costumam amaldiçoar as crianças, quando dizem a elas coisas do tipo: “Tu vai cair, tu não vai conseguir subir aí, é perigoso, cuidado, tu não tem jeito, te endireita, deixa de ser descuidado, etc”. Estes dizeres são repetidos quase diariamente às crianças que vivem em nossa cultura e sociedade. Não estou falando isso para culpar os pais ou responsáveis, pois certamente eles também foram vítimas algum dia. Estou escrevendo isso para despertar nossa atenção e começarmos a ver o ser majestoso, digno e perfeito que existe dentro de cada corpo, principalmente numa criança. Algo que realmente me chamou atenção naquele povo indígena foi a relação dos adultos com as crianças. Lá, as crianças e jovens tinham uma grande capacidade de expressão e independência, e eu nunca vi um adulto chamar a atenção de uma criança, desacreditando-a. Ao contrário, é natural para eles enxergar a Luz que cada pessoa é, dando a ela a fé necessária para vencer as limitações que a aprisionam na consciência de que seria apenas um corpo mortal. Os índios do Povo Huni Kuin preservam sua cultura e vivem ela de tal forma que a sua cosmovisão permeia todas as relações que tem entre si. Esse nível de consciência é o portador do “campo da fartura”. Por isso, é permanente o convite e a lembrança que os Mestres da Grande Fraternidade Branca nos fazem para considerarmo-nos uma Luz divina e para lembrarmos da Gloriosa Presença Eu Sou, que habita os nossos corações. Agora que você está lendo este texto, por favor fique atento(a) para falar a todas as crianças: “Tu consegue, tu é capaz, tu é cheia de glória, vai em frente, dança, canta, pinta, pula, te diverte”. Lembre-se que se há algum adulto que está matando o sonho de uma criança e lhe lançando maldições, é porque dentro dele mora uma criança triste, sofrida e que também foi anulada. Veja essa pessoa envolta por uma luz branca e invoque a sua verdadeira natureza, afirmando: “Eu Sou a Única Presença do Amor Divino atuando dentro dessa pessoa, agora e para sempre”. Isto é misericórdia. Isso é amor. Isso é a Grande Opulência e Abundância que vê a Luz em todos os seres.
🌟Auto: Tiago Bueno🌾
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