#N°148 – Lágrimas no caminho

 🌾 Vento da Liberdade

#N°148 – Lágrimas no caminho

Reflexões diárias – 25/1/2022

🌟 Eu Sou a Presença que escreve este texto com maestria e perfeição. Estamos aprendendo a qualificar a energia Divina que todos nós utilizamos, durante todo o tempo. Neste exato momento em que lê este texto, você pode qualificar sua energia afirmando aquilo que deseja que se manifeste em sua realidade. Então, não espere, pois você é um Filho, uma Filha de Deus, muito amado(a) e para sempre perdoado(a). E este é o único julgamento verdadeiro que existe sobre cada um de nós. É claro que, ao longo da vida, aprendemos a nos ver através de julgamentos humanos, e isso depreciou e diminuiu nossa autoestima. Muitas pessoas dizem de si mesmas que são egoístas, orgulhosas, arrogantes, etc. Mas isso não é verdade! Seria mais verdadeiro e honesto elas falarem que sentem medo, e que o medo gera a necessidade de proteção e segurança. Então, se tivéssemos aprendido a articular nossa linguagem de modo a expressarmos aquilo que sentimos e necessitamos, criaríamos mais compaixão, ao invés de ódio por nós mesmos. O processo de autoconhecimento muitas vezes é prejudicado e até mesmo bloqueado, quando vemos a nós mesmos através desses rótulos. Eles criam hostilidade e rigidez. Muitas vezes precisaremos entrar em contato com partes do nosso ser que se encontram enterradas, abafadas e escondidas, em nosso interior. Nosso ser é multifacetado! E muitas facetas nossas preferem ficar escondidas na escuridão. Não saem de lá porque sentem medo da luz, medo da vida. Vivem, na verdade, uma vida paralela, isolada, gerando angústia, sofrimento e ansiedade. Querem vir pra luz, mas já sofreram que acabaram desistindo. Elas somente chegam à consciência por meio daquilo que sentimos: solidão, desespero, depressão. Conseguiremos chegar até elas? Sim, mas teremos que mudar a percepção sobre aquilo que nos faz sofrer; aprendendo a ouvir nossos sentimentos e emoções. Eles são a linguagem por meio da qual nossa criança interior se expressa. O poeta Fernando Pessoa certa vez escreveu: “A criança que fui, chora na estrada. Deixei-a ali quando vim ser quem sou. Mas hoje vendo que o que sou é nada, quero ir buscar quem fui onde ficou”. Que poema simples, profundo e verdadeiro, não é mesmo? Há uma criança dentro de cada um de nós que chora toda vez que chamamos ela de orgulhosa, egoísta, desastrada, bagunceira, arrogante, etc. O poeta é aquele que corajosamente vai em busca de si, ousa sonhar novamente e expressar-se com autenticidade, que são as marcas principais de quem não rejeita mais a si mesmo. O poeta agora não caminha, mas dança. E toda vez que puder, não pedirá permissão para cantar, visto que foi buscar sua criança interior e não a vê mais através desses rótulos hostis e falsos. Enxerga novamente o Filho, a Filha vitoriosa de Deus, em cada lágrima que cair dos seus olhos. E aprendeu a coragem para se apoiar em cada passo do caminho.

Até breve!

🌟Autor: Tiago Bueno🌾

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