🌾 Vento da Liberdade
#N°101 – Conectando-se ao código interno
Reflexões diárias – 06/09/2020
🌟 Eu Sou a Presença do Amor Divino enchendo os corações e mentes de todos, em todos os lugares. Esta é uma boa lembrança da Presença Eu Sou. Ao usar este decreto, você beneficia a todos os seres, além de se tornar um ímã que atrai o amor para si próprio(a). Ao se lembrar constantemente da Rica e gloriosa Presença Eu Sou no seu interior, você liberta o poder ilimitado que constitui a Sua verdadeira identidade. Dentro da Presença Eu Sou não existe escassez, falta, limite, restrição. Ao contrário, Ela é a Fonte de todo o conhecimento, riqueza, plenitude, poder, beleza, prosperidade. Se uma pessoa diz “Eu estou doente”, ela está se pondo separada da Gloriosa Presença. O que a pessoa que decreta algo assim está precisando, em verdade, é desfazer a ilusão da separação. A consciência de que “eu sou um corpo” gera esta ilusão de que estamos separados da Divina Presença. Você não é o seu corpo. Você está usando um corpo. O corpo é apenas o veículo que você usa. Você é Luz. E a característica dessa Luz é a riqueza, a saúde, a perfeição. Isto porque você não está separado(a) da Divina Presença.
- Mas eu estou triste e deprimido. Por que me sinto assim, se eu não estou separado da Divina Presença?
- Uai, você já viu a imagem de alguma pessoa que foi santificada?
- Eu não acredito em santo.
- Tudo bem! Mas tu acredita que as pessoas possam, em algum momento de suas vidas, viverem uma “idade santa”, uma “santa idade”?
- Talvez! Nisso talvez eu acredite. Minha avó era uma santa. Fazia bolo e pão para um monte de neto. E a gente comia e se divertia.
- Sim, isso mesmo. E algumas destas pessoas ganham um destaque das igrejas, por exemplo. E geralmente suas imagens aparecem carregando uma criança. Você já notou isso?
- Sim, lá perto da minha casa tem a Igreja do São Cristóvão. E ele aparece carregando uma criança no ombro. A criança está alegre e leva consigo uma bola.
- Exatamente! Isto simboliza que ele não esqueceu sua humanidade. Ele representa alguém que reconheceu, aceitou e usou a Presença de Deus, o “Eu Sou”, mas sem esquecer de cuidar da sua humanidade, a sua “criança interior”.
- Mas quem é a nossa “criança interior”?
- São as nossas emoções. Quando você se sente triste e deprimido, é a sua criança interior que está precisando ser ouvida. Dedique tempo de intimidade com ela. O que ela gosta de fazer? O que a deixa feliz? O que você fazia quando era criança e parou de fazer?
- Acho que minha criança interior morreu. Ela não quer fazer nada mais.
- Será mesmo? Você sente raiva?
- Eu não, jamais sinto raiva.
- Hummm... Isso é preocupante.
- Porque?
- Seu poder de reação está enterrado. Pelo jeito você está muito bem adaptado a uma vida normal de uma pessoa “boa”. Um sinal da depressão, por exemplo, é a pessoa dizer que não sente raiva.
- E o que eu devo fazer, então?
- Comece a se conectar com os sentimentos que estão presentes, como, por exemplo, a sua tristeza. Ouça ela. Dialogue com ela. Dedique tempo para ouvi-la. O que ela quer lhe dizer? Será que você está fazendo aquilo que gosta de fazer, aquilo que lhe dá prazer? Você consegue dizer “não”?
- Eu não consigo dizer “não”. Não gosto de criar conflito. Eu sou uma pessoa boa.
- E pagamos um preço caro por sermos “bons”. Porém, não se culpe. Praticamente todas as pessoas são vítimas de um sistema educacional e religioso que as tornam em vassalos e “bons lacaios”. Aprendemos desde muito pequenos a negar nossas próprias necessidades, acreditando que devemos ser “bons”.
- E como isto acontece?
- Você já notou o que fazem com as crianças quando elas não querem dividir seus brinquedos?
- Sim, os adultos dizem às crianças para emprestar os brinquedos.
- Exatamente! Dizem a elas: “Não seja egoísta, meu filho. Empreste seu brinquedo. Seja bom, seja solidário”. Daí, a criança é forçada a ser “boa”, enquanto enterra o conflito e a raiva dentro de si. Ela cresce e se torna adulta, tendo aprendido a negação das suas próprias necessidades e emoções. Os santos, porém, são seres humanos comuns, como eu e você. A diferença é que eles cuidam das suas crianças interiores, não negam ou reprimem suas emoções e necessidades. Sabem o momento de se retirar de cena e cuidar de si. Ao mesmo tempo, mantêm a consciência de que são Luz divina, eterna e imortal. Por isso, nossas emoções de tristeza e depressão são bem-vindas. Elas são um tesouro, na verdade. Através delas, reencontramos o caminho e contato com o nosso “código interno”, aquele capaz de nos levar acima dos “códigos externos de conduta”, que geralmente aprisionam as pessoas dentro da obrigação de “ser bom e normal”. Nada pode ser pior que isto, viver uma vida sem tesão, sem mistério, sem aventura, sem brincadeira, sem diversão.
Até breve!
🌟Autor: Tiago Bueno🌾
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